LER É VIVER
segunda-feira, 14 de março de 2011
portfólioi:
Portfólio, portefólio (ou ainda porta-fólio) é uma lista de trabalhos de um profissional ou empresa.
O portfólio é uma coleção de todo o trabalho em andamento na organização relacionado com o alcance dos objetivos do negócio. Toda organização tem um portfólio, mesmo que não reconheça especificamente. Consiste nos trabalhos que estão em andamento na empresa, estejam estes trabalhos relacionados de alguma forma entre si ou não. Algumas organizações tem portfólios separados por departamentos, divisões ou unidades de negócio. Em última instância, deve haver um portfólio abrangente para a organização como um todo.
Sobre os projetos de um portfólio, espera-se algum tipo de retorno. Classes de portfólio como um conjunto de aplicações no mercado de ações (portfólio de investimentos), projetos exploratórios de empresas de petróleo (portfólio exploratório), imóveis (portfólio de bens) ou um portfólio de quadros e fotografias, são montados esperando-se um tipo de rendimento. Das três primeiras classes acima, o retorno é facilmente identificado como um retorno econômico. Já a última classe, além de venda de uma pintura ou fotografia, pode-se considerar um retorno intangível, aquele medido de forma indireta, tais como no campo social, de divulgação de uma imagem ou estilo pessoal.
Índice 1 Arte, fotografia e publicidade 2 Economia e Finanças 3 Educação 4 Constituição de um portfólio |
Arte, fotografia e publicidade
O portfólio pode também ser considerado um material acumulado pelo desenvolvimento de um conjunto de ações de sucesso voltado ao melhor resultado de uma pesquisa ou de um trabalho. São situações interpessoais, que individualmente agregam valores ao processo através de experiência desenvolvida dentro de um determinado período de tempo, por uma análise contínua durante a evolução de um projeto, identificando possíveis potenciais problemas que possam ocorrer no decorrer do processo.
Um artista, arquiteto, publicitário, designer ou modelo de moda pode apresentar um porta-fólio de seu trabalho realizado até aquele momento, visando conquistar novos trabalhos. Neste caso, consiste de um conjunto de fotografias, recortes de jornais e revistas, peças produzidas ou outros registros de sua trajetória.
Economia e Finanças
Um portfólio de aplicações financeiras é uma coleção de investimentos mantida por uma instituição ou indivíduo. Manter um portfólio de aplicações faz parte de uma estratégia de diversificação, com o intuito de diminuir riscos.
Educação
O uso de portfólios na educação constitui uma estratégia que tem procurado corresponder às necessidades de aprofundar o conhecimento sobre a relação ensino-aprendizagem, de modo a assegurar-lhe, a cada vez, melhor compreensão e mais elevados índices de qualidade.
Tem-se desenvolvido esforços no sentido de uma melhor compreensão das implicações positivas que possam decorrer da sua utilização como estratégia de formação, de investigação, de avaliação e ainda como estratégia de investigação ao serviço da qualidade da formação.
Ao realizar-se, vai existir uma estimulação quer ao nível reflexivo, quer ao nível da conscientização das pessoas que os realizam.
O portfólio apresenta múltiplos aspectos e dimensões da aprendizagem, enquanto construção de conhecimentos e, desta, enquanto condição de desenvolvimento pessoal e profissional dos participantes. Assim, com o aprofundamento e a apreciação das perspectivas educacionais, esta estratégia não apenas vai contribuir para uma estruturação inter-pessoal do conhecimento, como também vai facilitar, se desenvolvida ao longo de um período de tempo, a compreensão dos processos de ensino-aprendizagem. Através do uso do portfólio, podem-se tornar reconhecíveis, quer a natureza, quer a importância das relações interpessoais desenvolvidas nos processos de ensino-aprendizagem.
Como principal evidência do uso do portfólio podem referir-se:
Promover o desenvolvimento reflexivo dos participantes;
Estimular o processo de enriquecimento conceptual, através do recurso às múltiplas fontes de conhecimento em presença;
Fundamentar os processos de reflexão para, na, e sobre a ação, quer na dimensão pessoal, quer profissional;
Garantir mecanismos de aprofundamento conceptual continuado, através do relacionamento em feedback entre membros das comunidades de aprendizagem;
Estimular a originalidade e criatividade individuais no que se refere aos processos de intervenção educativa, aos processos de reflexão sobre ela e à sua explicação, através de vários tipos de narrativa;
Contribuir para a construção personalizada do conhecimento para, em e sobre a ação, reconhecer-lhe a natureza dinâmica, flexível, estratégica e contextual;
Facilitar os processos de auto e hetero-avaliação, através da compreensão atentada dos processos.
Segundo Villas Boas "o portfólio é um procedimento de avaliação que permite aos alunos participar da formulação dos objetivos de sua aprendizagem e avaliar seu progresso. Eles são, portanto, participantes ativos da avaliação, selecionando as melhores amostras de seu trabalho para incluí-las no portfólio" (Currículo e avaliação - Indagações sobre Currículo)
“Portfólios são documentos personalizados do percurso de aprendizagem, são ricos e contextualizados. Contêm documentação organizada com propósito específico que claramente demonstra conhecimentos, capacidades, disposições e desempenhos específicos alcançados durante um período de tempo. Os Portfólios representam ligações estabelecidas entre ações e crenças, pensamento e ação, provas e critérios. São um meio de reflexão que possibilita a construção de sentido, torna o processo de aprendizagem transparente e a aprendizagem visível, cristaliza perspectivas e antecipa direções futuras.” (Jones & Shelton, 2006: 18-19)
Constituição de um portfólio
O portfólio também pode ser usado na educação, tanto por alunos como por professores, com o objetivo de fazer uma reflexão crítica sobre o seu processo acadêmico, visando a melhoria de competências, atitudes ou conhecimentos. Normalmente é uma coletânea de documentos ligada a um texto seguindo uma lógica reflexiva. Normalmente tem uma estrutura próxima da que se segue:
Capa,
Índice,
Introdução,
Hipótese,
Desenvolvimento pessoal,
Desenvolvimento social,
Desenvolvimento acadêmico,
Conclusão,
Anexos e
Bibliografia.
Atualmente é frequente apresentar o portfólio em suporte digital.
Texto retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Portfólio
relatório de atividades
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA
PROJETO NALAMAS ( PROTEM-CC - CNPq)
(Uso de Sistemas Multi-Agente no Processamento de Linguagem Natural)
Processo no: 680081/95.0
Relatório de Atividades
Bolsista: Bernd Heinrich Storb
Processo Individual no: 380132/97-4
Bolsa: DTI-7F
Período: 01/11/97 a 30/11/98
1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Nome: Bernd Heinrich Storb
Local de Trabalho: Laboratório de Sistemas de Conhecimento (LSC) - Universidade Federal de Santa Catarina
Título do Projeto: NALAMAS
Número do Processo: 380132/97-4
Tipo de Bolsa: Bolsa DTI-
Vigência: 01/11/97 a 30/11/1998
2. INTRODUÇÃO
O presente relatório visa descrever as atividades desenvolvidas pelo bolsista Bernd Heinrich Storb junto ao Projeto NALAMAS durante o período de 01.11.97 a 30.11.98. Dentre essas atividades, devemos destacar:
1. Acompanhamento e participação na supervisão dos bolsistas ITI, Michel Eduardo Oliveira e Nikolai Dimitri de Albuquerque;
2. Estudo de ambientes para o apoio à implementação de aplicações multi- agente;
3. Estudo de sistemas multi-agente em processamento de linguagem natural;
4. Implementação de um etiquetador para a língua portuguesa;
5. Conversão do FastTalk de Squeak para Actalk/Visualworks;
6. Estagio junto ao grupo VISL em Aarhus/Odense, Dinamarca;
7. Outras atividades desenvolvidas no período.
3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS
3.1. Acompanhamento e participação na supervisão dos bolsistas ITI.
Com o bolsista Nikolai Dimitri de Albuquerque foi elaborada a apresentação para o VII Seminário de Iniciação Científica1 (anexo). Foi apresentado um algoritmo de determinação de possíveis etiquetas sintáticas de palavras sem utilização de um léxico. Esta apresentação acrescentou ao trabalho15 apresentado no II Workshop do Projeto NALAMAS resultados de uma primeira avaliação via testes.
Com os bolsistas Michel Eduardo Oliveira e Nikolai Dimitri de Albuquerque foi realizado um estudo do software Visualworks seguindo o livro de HOPKINS & HORAN7. Este estudo abrangeu temas como: browsers, blocos e estruturas de controle, uso de herança, protocolos, coleções, processos, semáforos, classes, metaclasses e o uso de Canvas. Este estudo objetivou possibilitar uma reimplementação do sistema FastTalk em Actalk2,3, já que o Actalk foi implementado em Visualworks7.
Com o bolsista Michel Eduardo Oliveira foi realizada a conversão do FastTalk de Squeak para Actalk/Visualworks.11 (anexo)
Participou-se nos grupos de estudos de Processamento de Linguagem Natural do LSC e de estudos sobre Agentes junto com os bolsistas.
3.2 Estudo de ambientes para o apoio a implementação de aplicações multi-agente
Diversos ambientes para apoio a implementação aplicações multi-agentes como Swarm9, Mundo dos Atores8, Actalk2 e Masenv13 foram estudados.
Swarm é uma plataforma de software para a simulação de sistemas complexos, adaptativos. As unidades básicas em Swarm são swarms – coleções de agentes. Swarm é um sistema orientado a objetos e oferece uma biblioteca de componentes reusáveis para a construção, análise e controle de modelos de simulação. O Mundo dos Atores é um ambiente integrado no Smalltalk. Inicialmente, o Mundo dos Atores foi desenvolvido como ferramenta para auxiliar o processo de aprendizado de Programação Orientada a Objetos. Define-se um papel para cada um dos atores, inclui-se todos os atores num ambiente gráfico – o palco, e todos atores executam seus papéis durante seu tempo de existência. Foi criada uma versão do Mundo dos Atores em Smalltalk V pelo Prof. Antonio C. Mariani. No contexto da disciplina Sistemas Orientados a Objetos, lecionada pelo Prof. Raul S. Wazlawick no primeiro trimestre 1998, foi iniciado uma reimplementação do Mundo dos Atores em Visualworks. O Actalk é um ambiente de atores (objetos ativos), que permite a execução do script de cada ator numa forma concorrente. Actalk engloba modelos de atores como o modelo de Hewitt e Yonezawa. O ambiente Masenv consiste num conjunto de facilidades para o desenvolvimento de aplicações multi-agentes como módulos de comunicão inter-agentes e módulos de interação.
3.3. Estudo de sistemas multi-agente em processamento de linguagem natural
Este estudo foi realizado no grupo de estudos de Processamento de Linguagem Natural do LSC. Neste grupo estudou-se Word Expert Parser (WEP)17, o Parallel Expert Parser(PEP)4, o modelo de Hirst (Absity)6 , o ParseTalk5 e o Fasttalk18,19.
O WEP está baseado na eliminação de ambigüidades lexicais, associando a cada palavra do texto um processo independente, o word expert. Esse sabe os possíveis significados e categorias sintáticas da palavra associada, e resolve as ambigüidades considerando o contexto. O PEP é uma extensão do WEP, associando também um expert a estruturas de frases. O processo de desambiguização em ABSITY é feito associando as palavras Polaroid Words. Enquanto em WEP e PEP existem word experts específicos para cada palavra, o Absity limita o número de especialistas ao número de categorias sintáticas. O modelo ParseTalk é uma arquitetura orientada a objetos de atores baseada na teoria lingüistica de gramáticas de dependência. O ParseTalk considera três tipos de ambigüidades (lexical, conceitual e morfosintática) e considera procedimentos diferentes para estes. O FastTalk baseia-se, como o ParseTalk, na teoria de gramáticas de dependência, mas obtém um maior grau de paralelismo em que diversos word-actors podem procurar sua ligação ao mesmo tempo.
3.4. Implementação de um etiquetador para a língua portuguesa
Fez-se uma implementação de um etiquetador (tagger) no ambiente Mundo dos Atores. Nesta implementação, os itens lexicais (palavras, sinais de pontuação) representam os principais atores. Os itens lexicais determinam suas possíveis etiquetas através do algoritmo de etiquetagem sem utilização de um léxico desenvolvido1,15. Estes atores tentam resolver suas ambigüidades através de um sistema de desambigüização como foi proposto no II Workshop do projeto Nalamas16 . Além disso, existem dois outros atores: um scanner para a leitura do texto e um instrutor, que possibilita ao usuário indicar palavras mal categorizadas. Desta forma, o instrutor representa o sistema supervisionado de aprendizagem de regras de desambigüização, já que a indicação de uma palavra mal etiquetada pelo usuário leva a uma adaptação das regras de desambigüização e uma reavaliação da categorização de todas as palavras do texto. Uma descrição mais profunda desta implementação é apresentada em http://www.inf.ufsc.br/lsc/soo/bernd/tagger.html.
3.5. Conversão do FastTalk de Squeak para Actalk/Visualworks
Esta atividade consistiu em adaptar o FastTalk, inicialmente realizado em um ambiente de objetos clássicos (passivos), Squeak, para uma implementação em VisualWorks, utilizando a implementação do Actalk, que incorpora o conceito de objetos ativos ao SmallTalk.11 Objetos passivos dependem do envio de um comando de ativação e, ao recebê-lo, passam a executá-lo de forma pré-definida, enquanto objetos ativos são capazes de decidir quando e como irão computar as mensagens que recebem. Todo este trabalho permitiu que se passasse de um processamento seqüencial para um processamento paralelo.
3.6. Estágio junto ao grupo VISL em Aarhus/Odense, Dinamarca
O principal objetivo desta viagem foi o estudo sobre a criação de um léxico adequado para o FastTalk, a partir do léxico de Nunes et al10. Implementou-se também um filtro, que transporta dados do léxico de NUNES et al10. para uma estrutura que pode ser utilizada pelo FastTalk18,19
Além disso, foram proferidas neste viagem duas conferências, uma em Aarhus e outra em Odense
· NALAMAS: abordagens multi-agente em processamento automático da língua portuguesa, no Seminário Relações Lingüisticas e Culturais entre Brasil e Portugal, 21 de outubro de 1998, organizado pelo Instituto Românico e Depto. de Estudos Brasileiros da Universidade de Aarhus (uma cópia do programa do Seminário encontra-se no anexo);
- FastTalk: Actor-based Natural Language Parsing, 30 de outubro de 1998, oferecido pelo grupo VISL do Instituto de Linguagem and Comunicação da Universidade de Odense (uma cópia do convite encontra-se no anexo).
O relatório desta viagem, com uma descrição mais aprofundada destas atividades foi encaminhado anteriormente.
3.7. Outras atividades desenvolvidas no período
Participação no II Workshop do projeto Nalamas em julho de 1997 em Porto Alegre e no III Workshop do projeto NALAMAS em maio de 1998 em Florianópolis.
Participação no grupo de estudos sobre agentes do laboratório LSC. Além da aplicação de agentes no processamento de linguagem natural. Neste grupo foram discutidas outras aplicações do modelo multi-agente como agentes econômicos e agentes em sistemas educativos. Este trabalho sobre Sistemas Multi-Agentes resultou em uma publicação12 na conferência ISAS’98 (anexo)
Participação como aluno especial na disciplina Sistemas Inteligentes Multi-Agentes no terceiro trimestre 1997, lecionada pelos professores Fernando Gauthier e João Bosco de Mota Alves.
Estudo dos problemas de distribuição de tarefas em processamento de linguagem natural, ainda em andamento.
Publicação um artigo sobre recuperação de documentos14 no III Encontro para o Processamento Computacional da Língua Portuguesa Escrita e Falada (anexo).
Participação no curso de Ergonomia de Interfaces Homem-Computador, realizado no Centro de Tecnologia em Automação e Informatica, no período de 02-06/02/98.
Avaliação ergonômica da Interface do Software Micromundos Virtuais, que foi desenvolvido no projeto ‘Implementação De Um Sistema De Autoria Para Software Educativo Em Realidade Virtual ’ do laboratório LSC.
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Em relação ao plano de trabalho (anexo) pode-se constatar:
· o ponto 3.1 relaciona-se com o ponto 1 do plano de trabalho;
- os pontos 3.2 e 3.4 relacionam-se com os pontos 2 e 4 do plano de trabalho;
- o ponto 3.3 relaciona-se com o ponto 3 do plano de trabalho;
- os pontos 3.4 e 3.5 relacionam-se com o ponto 5 do plano de trabalho considerando a tarefa T31 do projeto NALAMAS;
- os testes do tagger desenvolvido (3.4) e no contexto da conversão do FastTalk19 (3.5) efetuadas no laboratório LSC podem ser vistos como um re-direcionamento da tarefa T32 do projeto NALAMAS que faz-parte do ponto 5 do plano de trabalho;
- este relatório pode ser visto como parte do ponto 6 do plano de trabalho.
5. CONCLUSÃO
Através das atividades desenvolvidas foi possível, ao bolsista, aprofundar seus conhecimentos nas áreas de Processamento de Linguagem Natural e Inteligência Artificial Distribuída, bem como no desenvolvimento de trabalhos científicos e contatos com grupos de pesquisa internacionais nesta área, contribuindo significativamente para a sua formação acadêmica.
BIBLIOGRAFIA
- ALBUQUERQUE, N. D.;OLIVEIRA, M.; STORB, B.H; LOPES, R.E.V.; WAZLAWICK, R.S. Etiquetagem automática de textos. In: Anais do VII Seminário de Iniciação Científica. Florianópolis, Outubro de 1997, p. 409.
- BRIOT, Jean-Pierre. From Objects to Actors: Study of a Limited Symbiosis in Smalltalk-80. Paris, France, september 1988.
- BRIOT, J.P. Actalk: a Testbed for Classifying and Designing Actor Languages in the Smalltalk-80 Environment. Proceedings of European Conferance on Object-Oriented Programming, Cambridge University Press, p. 109-129, July 1989
- DEVOS, M.; ADRIAENS, G.; WILLEMS,Y.D. The Parallel Expert Parser(PEP): A Throughly Revised Descendent of the Word Expert Parser(WEP). Proc of the 12th International Conference on Computational Linguistics. Budapest: John von Neumann Society for Computing Science, pp.142-147, 1988.
- HAHN, U.; SCHACHT, S.; BRÖKER, N. . Concurrent, Object-Oriented Dependency Parsing: The ParseTalk Model. International Journal on Man-Machine Studies 41, pp.179-222, 1994.
- HIRST, G. Semantic Interpretation and Ambiguity. Artificial Intelligence 34, pp.131-177, 1988.
- HOPKINS, T.; HORAN, B. Smalltalk: An Introduction to Application Development using Visualworks. Prentice Hall: London, 408p., 1995.
- MARIANI, A. C. Introdução à Programação Orientada a Objetos: O Mundo do Atores. http://www.inf.ufsc.br/poo/atores/index.html.
- MINAR, N. , BURKHART, R.; LANGTON, C; ASKENAZI, M. The Swarm Simulation System: A Toolkit for Building Multi-agent Simulations. http://www.santafe.edu/projects/swarm/overview/overview.html
- NUNES, M.das G.; VIEIRA, F.M.C.; ZAVAGLA, C.; SOSSOLOTE, C.R.C.; HERNANDEZ, J. A Construção de um Léxico da Língua Portuguesa do Brasil para suporte à Correção Automática de Textos. Relatório Técnico, USP, 1996, 37p.
- OLIVEIRA, M.; STORB, B.H; WAZLAWICK, R.S. Conversão do FastTalk de Squeak para Actalk/VisualWorks. Anais do VIII Seminário de Iniciação Científica. Florianópolis, Novembro de 1998, p.273.
- RIVERO, S.; STORB, B.H.; WAZLAWICK, R.S. Economic Theory, Anticipatory Systems and Artificial Adaptive Agents. Proceedings of the : World Multiconference on Systemics, Cybernetics and Informatics (SCI'98) and 4th International Conference on Information Systems Analysis and Synthesis (ISAS'98). Orlando, U.S.A. July, 1998, p. 64-69.
- SICHMAN, J.S. O ambiente MASENV e seu uso no projeto NALAMAS. . In: Anais do II Workshop do Projeto NALAMAS. pp.6-8. Porto Alegre, Julho de 1997.
- STORB, B.H.; WAZLAWICK, R.S. Um modelo de recuperação de documentos para a língua portuguesa utilizando stemming difuso. Anais do III Encontro para o Processamento Computacional da Língua Portuguesa Escrita e Falada, 03-04/11, Porto Alegre, p.79-87.
Assinar:
Postagens (Atom)